Bienal do Livro Rio: Festival Conexões

Acontece nos dias 24 e 25 de outubro o Festival Conexões, organizado pela Bienal do Livro Rio. O evento será online e gratuito para quem deseja viajar em um universo de cultura e conhecimento e contará com a participação da Dra Ana Claudia Quintana Arantes no painel “Nada do que foi será – Luto e superação em tempos de pandemia”, no dia 24 às 18h.

“São inúmeros os impactos provocados pela pandemia em todo o mundo. E em todas as esferas: social, econômica, familiar, psíquica, afetiva, emocional. A morte, estampada diariamente em proporções inimagináveis, talvez nunca tenha estado tão presente de forma global, acompanhada em rede mundial através de números, informações e imagens que a trouxeram para dentro de nossa vida, junto com o medo de perdê-la para o inimigo invisível. O sentimento de perda se instalou. De perdas – reais e simbólicas. E sem um horizonte visível que pudesse contrapor alguma perspectiva diante de tantos modelos que se mostraram insuficientes para dar conta de tantas fragilidades. Hoje, nos perguntamos, citando Drummond: “e agora, José?”. 

A vida que era já não será mais – isso é um fato. E um fato também muito difícil de lidar. Vivemos uma espécie de luto social. Cada um de nós, à sua maneira, vivencia essa experiência, esse estado, e tenta se manter de pé, ancorado no barco que oscila entre a fé e a descrença, a esperança e o niilismo. Elaborar essas diferentes perdas e refletir sobre elas como possibilidade de transformação é a ideia desse encontro. O que pode vir a partir do luto? O que podemos aprender com isso tudo? Através da ciência, da criação, da fé, da cultura, da brasilidade, do afeto, do cuidado queremos trazer, como escreveu Clarice Lispector, “um sopro de vida”, para o encerramento deste primeiro dia na Bienal do Livro.
São inúmeros os impactos provocados pela pandemia em todo o mundo. E em todas as esferas: social, econômica, familiar, psíquica, afetiva, emocional. A morte, estampada diariamente em proporções inimagináveis, talvez nunca tenha estado tão presente de forma global, acompanhada em rede mundial através de números, informações e imagens que a trouxeram para dentro de nossa vida, junto com o medo de perdê-la para o inimigo invisível. O sentimento de perda se instalou. De perdas – reais e simbólicas. E sem um horizonte visível que pudesse contrapor alguma perspectiva diante de tantos modelos que se mostraram insuficientes para dar conta de tantas fragilidades. Hoje, nos perguntamos, citando Drummond: “e agora, José?”. 

A vida que era já não será mais – isso é um fato. E um fato também muito difícil de lidar. Vivemos uma espécie de luto social. Cada um de nós, à sua maneira, vivencia essa experiência, esse estado, e tenta se manter de pé, ancorado no barco que oscila entre a fé e a descrença, a esperança e o niilismo. Elaborar essas diferentes perdas e refletir sobre elas como possibilidade de transformação é a ideia desse encontro. O que pode vir a partir do luto? O que podemos aprender com isso tudo? Através da ciência, da criação, da fé, da cultura, da brasilidade, do afeto, do cuidado queremos trazer, como escreveu Clarice Lispector, “um sopro de vida”, para o encerramento deste primeiro dia na Bienal do Livro.”

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