Ou seja, temos a dimensão biológica da dor, a dimensão emocional e a dimensão comportamental. A dimensão biológica diz respeito a todo o processo de estímulo, percepção, transmissão e chegada do estímulo doloroso ao sistema nervoso central. A partir do modelo biológico conseguimos determinar se a dor é somática, visceral, neuropática ou mista.
A manifestação da dor é a sua dimensão comportamental. Quando falamos da dor crônica, podemos observar sua expressão na diminuição do apetite, na quietude, nos prejuízos sociais e no abandono de relações afetivas significativas para o paciente. O comportamento da dor é modulado por nossas experiências anteriores em relação a eventos dolorosos, nossa cultura e nosso ambiente familiar e social.