No processo de luto a função do pranto é conservativo e restaurativo, sendo vivências privadas, individuais. A intensidade do luto depende da intensidade da relação, portanto, é pessoal e intransferível e o processo normal vivenciado é o que leva a sua resolução. Sua função é a de transformar: “Nós reaprendemos nós mesmos, nós reaprendemos o mundo” (Attig)
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